terça-feira, 8 de maio de 2012

Pão de ló com ló da Joana e Branca de Neve

Olá amigos hoje fizemos um excelente pão de ló com ló. Cá vai a receita Ingredientes: Ovos (os que entender) Farinha (metade do peso dos ovos) Açucar (o mesmo peso dos ovos) Preparação: Mistura-se tudo e bate-se com a batedeira eléctrica até ficar com bolhinhas. Vai ao forno com um tabuleiro com água por baixo para ficar fofo. Não pode cozer muito para ficar com o ló. Fácil??? Verdade. Delicioso hummm

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"A vida normal" de Carla Machado

Esta ultima semana tive tempo para ler, chorar, pensar e reflectir sobre tudo o que circula em torno de nos, seres tão pequenos neste universo. Este artigo que vos mostro foi escrito por uma autora que já não esta entre nos, mas fica a sua memória. "Todos passamos a vida a desejar a vida que não temos. Queixamo-nos do emprego, dos colegas que são chatos, do chefe que não nos dá valor, do muito que trabalhamos e do ordenado que é fraco. Reclamamos do tempo, que chove e não se pode ir à praia, que não chove e faz mal à agricultura, do sol que é pouco ou demasiado, do suor, do frio e do vento, do calor que nunca mais vai embora e do Verão que nunca mais chega. A família cansa-nos, mas odiamos quando esta nos ignora; dizemos mal do amigos sem os quais não sabemos passar; suspiramos pelo fim do serão em que as visitas vão embora mas despedimo-nos combinando um novo jantar. Estamos fartos dos filhos, mas passamos o tempo a falar deles e a mostrar as suas fotografias aos amigos. O barulho que fazem enlouquece-nos, mas o silêncio da sua ausência é insuportável. Queixamo-nos do marido ou da mulher, que não são como dantes, que nos irritam, que não nos surpreendem, mas suspiramos quando nos faltam e reclamamos quando fazem alguma coisa com a qual não contávamos. Estamos no Algarve a suspirar pela frescura do Minho, no Minho damos por nós desejosos da brisa costeira, na cidade irrita-nos o artificialismo e em Trás os Montes formigamos com a ânsia de fugir à ruralidade. E do país, todos nos queixamos do país até ao momento em que “lá fora” concluímos com um orgulho disfarçado que realmente “comer, comer bem, só mesmo em Portugal”. De queixume em queixume, passamos pela vida muitas vezes sem deixar verdadeiramente que a vida nos atravesse. E só quando somos roubados ao quotidiano que tanto maldissémos damos conta do tempo que perdemos nos lamentos sobre o tempo que os outros nos fazem perder. Há pouco mais de um mês, numa consulta que era suposto ser de rotina, foi-me diagnosticado um tumor. Felizmente benigno, como soube após 24 horas de espera. E tal como seria de prever, naquele momento inicial em que o espectro de algo mais grave ainda não tinha sido afastado, o meu pensamento imediato foi: “mas afinal porque é que eu estou aqui, afundada em Braga a trabalhar, em vez de ter já há muito tempo fugido para Bora-Bora?”. Passado contudo tal instante, e nas 23 horas que se seguiram, foi da vida normal que tive saudades antecipadas. A vida normal: trabalhar, ir ao cinema, abraçar quem amo, rir-me das pequenas parvoiçes do quotidiano, ver a minha filha a dormir e sentir o seu cheiro. A vida normal está aqui mesmo ao lado. E aposto que Bora-Bora tem imensos mosquitos." In http://carlapmachado.wordpress.com/2006/08/25/a-vida-normal

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Amizades

Há pessoas que nunca esquecemos...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Revelação do Ano

A revelação deste ano de 2011 foi o facto de eu descobrir que tenho jeito para fazer doce e gelados...
Claro que tive um empurrão de uma amiga :)

sábado, 13 de agosto de 2011

Doce de amora

Hoje fiz o doce de amora .... Delicia... Até o meu Lupi gosta de amoras!!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

As amoras

Hoje apesar do dia horrível que tive, o final foi algo de agradável. Apanhei amoras com a minha amiga Joana. Apanhámos mais de 3Kg de amoras silvestres para fazer doce de amora. Hum... Depois conto como foi :)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Dia no Buda Garden

Eu e a minha amiga Joana fomos no outro dia passar uma tarde ao Buda. Vimos alguma coisas intertessantes apesar do vento. Para mim o mais importante foi descobrir que nem tudo na vida é mau. Há dias como aquele... Nem tudo é sofrimento.
O melhos de tudo foi quando a Joana descobriu os pinhões e trouxemos uma data de pinhões e pinhas... Lindo lindo foi o facto de não haver saco de plástico e os bolsos ficarem tão cheios que pareciamos duas verdadeiras crianças com os bolsos cheios de chocolates...
Fiquei verdadeiramente feliz e agradeço o facto de ter voltado a sorrir.
Gosto muito de ti Joana